Guilherme Gandra Moura, um pequeno torcedor do Vasco com apenas 9 anos de idade, enfrentou uma situação traumática após a partida de seu time em São Januário, na noite da última quarta-feira, 7. Relatos de sua mãe, Tayane Gandra, indicam que a família foi abordada por assaltantes armados que, sem hesitar, roubaram pertences valiosos, incluindo relógios, celulares e alianças.
A mãe expressou sua indignação nas redes sociais, descrevendo o incidente como um “verdadeiro absurdo”. O assalto foi especialmente chocante, já que os criminosos não hesitaram em apontar uma arma até mesmo para o pequeno Guilherme. O garoto ganhou destaque por sua luta contra a epidermólise bolhosa distrófica, uma doença rara que afeta a pele.
Em junho deste ano, Guilherme comoveu a todos ao acordar de um coma de 16 dias causado por uma pneumonia. Durante sua estadia no hospital, recebeu visitas de jogadores do Vasco e de Rodrigo Dinamite, filho do ídolo Roberto Dinamite. Desde então, Guilherme se tornou mascote do clube, conquistando o carinho de jogadores e torcedores.
A epidermólise bolhosa é uma condição que afeta a proteína responsável pela ligação das camadas da pele, resultando em bolhas e feridas graves. Pacientes como Guilherme são mais sensíveis a lesões na pele, vias aéreas e mucosas.
A vitória do Vasco por 2 a 1 sobre o Red Bull Bragantino garantiu a permanência do clube na Série A do Campeonato Brasileiro. Apesar da conquista esportiva, a família de Guilherme enfrenta agora o desafio de lidar com as sequelas do assalto.






