A Polícia Científica de Alagoas esclareceu, nesta quarta-feira, que ainda não é possível confirmar que o corpo encontrado em uma área de canavial na região da Cachoeira do Meirim, em Maceió, seja da jovem Crislayne Maria Gomes da Silva, desaparecida desde o dia 12 de outubro.
Segundo o órgão, os procedimentos técnicos utilizados para identificação — como análise de impressões digitais e verificação da arcada dentária — não puderam ser concluídos. O avançado estado de decomposição do corpo inviabilizou o exame necropapiloscópico. Já o exame odontolegal não pôde ser realizado por falta de registros odontológicos da jovem que permitissem comparação.
Apesar de familiares terem feito reconhecimento visual, a Polícia Científica ressaltou que esse tipo de identificação não é suficiente para comprovar oficialmente a identidade, especialmente em casos em que o corpo apresenta grande deterioração.
Por isso, novos exames complementares seguem sendo avaliados.
Crislayne desapareceu com a filha recém-nascida, Celine Raíssa, de apenas dois meses, após sair da residência da família na comunidade da Mata do Rolo, em Rio Largo. O desaparecimento mobiliza buscas e investigações desde então.






