Ataques de criminosos, sequestros e execuções levaram o presidente do Equador, Daniel Noboa, a decretar que o país passa por um “conflito armado interno” na terça-feira (9).
A crise de segurança que hoje assola a população equatoriana, no entanto, era impensável anos atrás. A influência de outras nações (principalmente latino-americanas) tornou o país, que era considerado pacífico e um “oásis” em meio à violência da Colômbia e do Peru, cada vez mais violento.
Nos últimos anos, o Equador é afetado pelo crescimento de grupos vinculados a grandes cartéis de drogas, especialmente vindos do México, principalmente o Cartel de Sinaloa e o Cartel de Jalisco Nueva Generación.
O Cartel de Sinaloa é considerado pela ONU como uma das maiores organizações criminosas do mundo. O grupo nasceu na cidade de Culiacán, que era o polo do contrabando mexicano no início dos anos 90 e domina boa parte das operações no país.






